Entre os dias 15 e 17 de agosto, Brasília foi a sede do Encontro Nacional da Rede Brasileira de Agendas 21, promovido pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA) em parceria com o Fórum Brasileiro de ONGs e Movimentos Sociais para o Meio Ambiente e Desenvolvimento (FBOMS). A coordenação do evento ficou a cargo do Vitae Civilis e reuniu 87 representantes de processos de Agendas 21 das várias regiões do país, somando mais de 150 participantes.
Depois de três dias de apresentações, debates e construção de consensos, o encontro nacional culminou com a criação oficial da Rede Brasileira de Agendas 21. “A missão da Rede é facilitar e dar maior vigor à difusão do conceito de desenvolvimento sustentável e, por meio de sua implementação, induzir novos e numerosos processos de Agenda 21 por todo o país”, destaca Rubens Born, diretor executivo do Vitae Civilis.
Estrutura
Um colegiado com representantes de processos de Agendas 21 de todo país é a espinha dorsal da Rede. Com mandato de um ano, os colegiados deliberarão sobre atividades, projetos, planos e outros assuntos de interesse. Essa metodologia e a sistematização dos trabalhos na nova instância foram construídas por consenso.
Quatro Grupos de Trabalho já foram estabelecidos na Rede: Comunicação, Metodologia, Captação de Recursos e Agenda 21 Escolar.
Born informa que a elaboração de uma cartilha e o lançamento de um site para divulgar os trabalhos da Rede já estão sendo elaborados.
Consenso
No dia de abertura do evento e tendo por base as sistematizações elaboradas nos Encontros Regionais (saiba mais em www.vitaecivilis.org.br), foram debatidos os fundamentos, características e padrão de funcionamento da Rede.
No segundo dia, articulados, os Grupos de Trabalho fizeram a apresentação de propostas sistematizadas, participaram de discussões, fizeram esclarecimentos e deliberações, além de debater a estrutura, funcionamento e as diretrizes para o plano de criação da Rede, que só foi definido no último dia e por consenso.
“O principal objetivo da Rede é promover a integração e intercâmbio de informações e experiências, além de fortalecer os processos de elaboração e implementação de Agendas 21 Locais em todas as cinco regiões do país”, conclui Cristina Orpheo, gerente institucional do Vitae Civilis.
Matéria publicada originalmente no site do Vitae Civilis ( www.vitaecivilis.org.br).